A Dor de Um Poeta
Todo poeta é um amante perdido
Da mais pura essência das palavras que escreve.
Posso estar errado, mas a vida, as pedras,
As rugas, lágrimas e alegrias,
Enfim, sentimentos vários ensinaram-me.
Maldita hora em que inventei em escrevê-los.
Quando comecei a escrever,
Estava anulando meu coração e não sabia.
Somente e tão somente, para doar aos outros.
Palavras... Nada mais do que palavras
Soltas ao vento...
E meu pobre coração sempre perdido
Em sombras, ao relento de emoções
Que idealizava, desejava
Mas que por fim, eram divagações.
Um dia quem sabe,
Virá à realidade dizer-me
Que estou errado, ou quiçá, certo.
Ivan
Poemeus Verteus ®
Direitos Reservados
Voltar